Diabetes – descubra tudo sobre

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Diabetes, precisamos falar sobre isso.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, no Brasil há mais de 13 milhões de pessoas convivendo com a doença.

 

Mas o que é diabetes?

É uma doença crônica em que ocorre uma alteração no metabolismo da glicose, geralmente em decorrência da produção insuficiente de insulina ou da dificuldade do corpo em responder a ação da mesma.

Insulina, o que é?

A insulina é o hormônio responsável por transportar a glicose proveniente dos alimentos para dentro das células, com o objetivo de gerar energia para o funcionamento do nosso organismo. Em pessoas com diabetes, a insulina não consegue exercer bem seu papel e, por isso, ocorre o acúmulo de glicose no sangue, a chamada hiperglicemia.

Tipos e fatores de risco

Para saber os fatores de risco, primeiramente é necessário entender que existem dois tipos de diabetes:

Tipo 1 – Causada pela destruição autoimune das células do pâncreas produtoras de insulina, geralmente se inicia na infância, adolescência e idade adulta jovem, com sintomas de perda de peso, aumento do volume da urina, boca seca e indisposição. Seu tratamento sempre é feito com insulina desde o inicio da doença, associado à dieta e exercícios físicos.

Tipo 2 – Causada pela dificuldade do organismo em responder à ação da insulina. Mais comum em adultos após 40 anos, apresenta como fatores de risco a genética (parentes de primeiro grau com diabetes tipo II), obesidade, sedentarismo, dieta rica em açúcares e massas e uso de alguns tipos de medicamentos. Pode ser tratada com medicamentos via oral ou insulina, sempre associado à dieta e exercícios físicos.

Ainda há:

Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez. É importante que a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês), seja verificado como está à glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância à glicose. Seus fatores de risco são idade materna mais avançada, ganho de peso excessivo durante a gestação, sobrepeso e obesidade, síndrome dos ovários policísticos, hipertensão arterial e gestação múltipla.

Pré-diabetes – quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de Diabetes Tipo II. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios estão no grupo de alto risco. Seus fatores de risco são a genética (parentes de primeiro grau com diabetes tipo II), obesidade, sedentarismo, dieta rica em açúcares e massas e uso de alguns tipos de medicamentos.

Diagnóstico

O exame de sangue possibilita a verificação do aumento da glicose e, somente se a mesma for considerável, são solicitados então alguns exames mais aprofundados como a curva glicêmica e outros.

Hiperglicemia e Hipoglicemia

Hiperglicemia é a elevação da glicose no sangue que causa tonturas, boca seca, fraqueza e aumento da urina, mas pode ser assintomática.

Hipoglicemia é o nível muito baixo de glicose no sangue e pode levar a perca da consciência, crises convulsivas, tremedeiras, ansiedade, taquicardia, náusea, sonolência, visão embaçada, pesadelos, choros e outros sintomas que podem ser resolvidos com o consumo de carboidratos ou sucos de frutas e, claro, acompanhamento.

Tratamento

Antes de qualquer coisa, o diabetes deve ser controlado por meio de uma alimentação saudável e balanceada, acompanhada por um nutricionista e exercícios físicos. A depender do tipo do diabetes pode se usar medicamentos via oral, insulina ou bomba de insulina.

O diabetes, bem como o câncer, é uma doença silenciosa e progressiva e o quanto antes for diagnosticado, melhor a sua qualidade de vida e menor o risco de suas complicações.

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Dra. Maria Cecília Santillo Gomes

CRM GO 14354

Endocrinologia e Metabologia

CEBROM Medicina Oncológica

 

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